Calma caminho,
Caminhe!
Caminhe campinas, cárpatos.
Caras cantando cantos
Caras caladas, caretas;
Cartas!
Calma! Calmaria.
Cantarola caminhando,
caminho
Cantarolar!
Caldeiras, caldeirões;
Cantís!
Canta Caldereiro,
Candeeiro canta!
Calma! Calmaria.
Carece carecer
Carícias!
Carente calado
Canta! Canto!
Caçado!
Cansaço!
Cansado!
Caso casual; Cansadeira...
Calma!
Cama.
R.G.Pfarrius
Seja bem vindo, mas não pise na grama
Não espero comentários, mas serão todos bem vindos para falar...
terça-feira, maio 17, 2011
quarta-feira, maio 11, 2011
Joia rara
Pertenço a esta vida barata
que cheira a mofo e solidão
vivendo entre essa gente casta
que inspira ódio e dissimulação;
Sou mesmo um homem perdido
entre os carros dessa cidade
sou facilmente iludido
pelas artimanhas dessa sociedade;
Mas mesmo assim, sou gentil
não aprendi a ser esperto
ainda não sei desse ardil
mas o recebo de peito aberto;
Pertenço a essa dança doente
onde há dois lados da mesma cara
nessa terra fértil e decadente
onde a decência é uma jóia rara.
R.G.Pfarrius
que cheira a mofo e solidão
vivendo entre essa gente casta
que inspira ódio e dissimulação;
Sou mesmo um homem perdido
entre os carros dessa cidade
sou facilmente iludido
pelas artimanhas dessa sociedade;
Mas mesmo assim, sou gentil
não aprendi a ser esperto
ainda não sei desse ardil
mas o recebo de peito aberto;
Pertenço a essa dança doente
onde há dois lados da mesma cara
nessa terra fértil e decadente
onde a decência é uma jóia rara.
R.G.Pfarrius
terça-feira, abril 05, 2011
Tela
Um pouco mais de girassóis
Faltavam na minha tela pintada
Um pouco mais de azul noturno
Mais nada!
Um pote cheio de tinta
Da cor da sua boca vermelha
Um fio do seu belo cabelo!
Um pouco de cor do seu olho
A palidez da pele, tão bela
Desenhei um mundo no pano
Pra ela!
Faltou o seu sorriso aberto
Nessa peça de tão bom talento
Mas nunca o vi, não o conheço
Nunca me foi ofertado
Nem mesmo como acalento.
terça-feira, março 15, 2011
Proscrito
Não quero mais pensar na vida
quero vivê-la;
em toda a sua podridão e beleza!
Não quero mais despedidas
quero encontros;
com toda a tristeza e incerteza!
Não medirei mais as palavras
quero confronto;
vou sangrar pelo que acredito!
Não quero mais sussuros
quero barulho;
e toda a beleza do grito!
Não serei mais um
serei todos;
serei caçado, proscrito!
E que o coração mande
ou peça gentilmente;
e em mais uma batida, acalente
um pensamento perdido.
R.G.Pfarrius
quero vivê-la;
em toda a sua podridão e beleza!
Não quero mais despedidas
quero encontros;
com toda a tristeza e incerteza!
Não medirei mais as palavras
quero confronto;
vou sangrar pelo que acredito!
Não quero mais sussuros
quero barulho;
e toda a beleza do grito!
Não serei mais um
serei todos;
serei caçado, proscrito!
E que o coração mande
ou peça gentilmente;
e em mais uma batida, acalente
um pensamento perdido.
R.G.Pfarrius
terça-feira, março 01, 2011
O bicho debaixo da cama
Tem um bicho debaixo da minha cama!
Ele me olha por entre as cobertas caídas...
e sorri amarelo!
Seus olhos são vermelhos de sono,
seus dentes amarelos e afiados.
ele me sorri... maldoso.
sabe dos meus medos,
minhas inseguranças,
sabe mais do que eu jamais saberei.
Sabe da vida
da morte
sabe do suor da luta diária
sem nem mesmo sair de baixo da minha cama.
E ele sorri...sarcástico. Perigoso.
Ele sorri!
R.G.Pfarrius
Ele me olha por entre as cobertas caídas...
e sorri amarelo!
Seus olhos são vermelhos de sono,
seus dentes amarelos e afiados.
ele me sorri... maldoso.
sabe dos meus medos,
minhas inseguranças,
sabe mais do que eu jamais saberei.
Sabe da vida
da morte
sabe do suor da luta diária
sem nem mesmo sair de baixo da minha cama.
E ele sorri...sarcástico. Perigoso.
Ele sorri!
R.G.Pfarrius
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