O espelho reflete não mais que o necessário
nem mais, nem menos que o óbvio
a realidade mórbida e desmazelada da própria face
escondida;
A face não mostrará a feiura do coração
o frio inerente e decadente;
Olharás para o espelho que o julga?
fecharás os olhos e fugirás?
O espelho não diz a verdade nem as respostas!
simplesmente julga o protagonista
como inimigo que é...
R.G.Pfarrius
Seja bem vindo, mas não pise na grama
Não espero comentários, mas serão todos bem vindos para falar...
segunda-feira, dezembro 06, 2010
quinta-feira, dezembro 02, 2010
Ferídas
Sempre em frente
na marcha, indecentemente
nas mesuras vazias e insipientes
tuas curvas sinuosas;
De encontro ao acaso
da simples menção do cansaço
fatigando meu olhar
tuas mãos voluptuosas;
Intimamente marcado
ferido de maneira viváz
ferida aberta;
O rosto acanhado
que no meu peito se desfaz
em nova descoberta.
R.G.Pfarrius
PS: desculpem pessoal pela demora nas postagens...o ano tá acabando...férias chegando!!!!!
na marcha, indecentemente
nas mesuras vazias e insipientes
tuas curvas sinuosas;
De encontro ao acaso
da simples menção do cansaço
fatigando meu olhar
tuas mãos voluptuosas;
Intimamente marcado
ferido de maneira viváz
ferida aberta;
O rosto acanhado
que no meu peito se desfaz
em nova descoberta.
R.G.Pfarrius
PS: desculpem pessoal pela demora nas postagens...o ano tá acabando...férias chegando!!!!!
sexta-feira, outubro 15, 2010
No meu canto
É no meu canto que canto a vida
e meu cantar é rouquidão,
é fantasia;
É aqui que me descaracterizo,
me reduzo, reciclo
no meu canto;
Mas é só aqui que me sonego
me sorrio, me entrego
me desfaço;
No meu canto que canto o amor
me limito e imito a dor
performático que sou
dramático!
É neste demasiado encantado canto
que me encanto e suplico
que explico o indizível, o perecível
o inabalável e incabível;
Num verdadeiro surto de idéias
em errôneas histórias
epopéias;
Me refaço na poesia poente
na iluminada nascente
na boca que de mim é ausente
carente!
É no meu canto que canto o cantar do belicoso
do libidinoso, do jocoso,
o gozozo;
Mas, gozado, meu tempo é cada vez menos
menos ameno, obsceno
Tem tempo para ser boêmio?
Excentrico, sim, louco... talvez
mas no meu canto tenho sensatez
tenho vento, altivo cenho que mira o horizonte
como Caronte, um horizonte escuro,
ou talvez, ou mesmo só um muro que se coloca a minha frente;
Saltar por cima, fora do jardim
inocente, quebre a corrente e venha comigo cantar!
Viajar!
Pense que, inocentemente, todos os homens estão carentes
de que a vida é plena e árdua,
não quero falar de nada!
nem vou falar de tudo!
nem mesmo com um sussurro, que
indizível não o diz, deixa-o feliz
de não saber o que é amor!
Não pule o muro, olhe pelas frestas da cerca
que não deixou de ser certa a altura do olhar
fique no seu canto onde o canto é puro e a beleza infinitamente bela;
Como numa caixa de lápis,
ou mesmo, numa aquarela!
R.G.Pfarrius
Talvez um pouco fora de controle, mas controlada pelo coração!
e meu cantar é rouquidão,
é fantasia;
É aqui que me descaracterizo,
me reduzo, reciclo
no meu canto;
Mas é só aqui que me sonego
me sorrio, me entrego
me desfaço;
No meu canto que canto o amor
me limito e imito a dor
performático que sou
dramático!
É neste demasiado encantado canto
que me encanto e suplico
que explico o indizível, o perecível
o inabalável e incabível;
Num verdadeiro surto de idéias
em errôneas histórias
epopéias;
Me refaço na poesia poente
na iluminada nascente
na boca que de mim é ausente
carente!
É no meu canto que canto o cantar do belicoso
do libidinoso, do jocoso,
o gozozo;
Mas, gozado, meu tempo é cada vez menos
menos ameno, obsceno
Tem tempo para ser boêmio?
Excentrico, sim, louco... talvez
mas no meu canto tenho sensatez
tenho vento, altivo cenho que mira o horizonte
como Caronte, um horizonte escuro,
ou talvez, ou mesmo só um muro que se coloca a minha frente;
Saltar por cima, fora do jardim
inocente, quebre a corrente e venha comigo cantar!
Viajar!
Pense que, inocentemente, todos os homens estão carentes
de que a vida é plena e árdua,
não quero falar de nada!
nem vou falar de tudo!
nem mesmo com um sussurro, que
indizível não o diz, deixa-o feliz
de não saber o que é amor!
Não pule o muro, olhe pelas frestas da cerca
que não deixou de ser certa a altura do olhar
fique no seu canto onde o canto é puro e a beleza infinitamente bela;
Como numa caixa de lápis,
ou mesmo, numa aquarela!
R.G.Pfarrius
Talvez um pouco fora de controle, mas controlada pelo coração!
segunda-feira, outubro 04, 2010
sexta-feira, outubro 01, 2010
Poeta (ao amigo Zé Urbano, que foi quem me inspirou a essa)
Poeta
Poeta
é aquele que não sabe o que escreve;
Escreve porque ama...
e não vive sem amor;
Poeta é sonhador
é amante,
Poeta é um sonhador infame
infante,
Poeta sou eu
poeta é você;
Poeta somos nós
que escrevemos a vida!
R.G.Pfarrius
Poeta
é aquele que não sabe o que escreve;
Escreve porque ama...
e não vive sem amor;
Poeta é sonhador
é amante,
Poeta é um sonhador infame
infante,
Poeta sou eu
poeta é você;
Poeta somos nós
que escrevemos a vida!
R.G.Pfarrius
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